O impacto das Fake News no cotidiano

O presidente-executivo do Facebook Mark Zuckerberg foi chamado para depor no dia 10 de abril de 2018 a respeito do vazamento de informações de 87 milhões de usuários para a Cambridge Analytica. A empresa, que foi a responsável pela campanha pró Donald Trump, foi acusada de usar estes dados para produzir fake news, o que nos leva a uma reflexão: as notícias falsas possuem impacto suficiente para mudar os rumos até de uma eleição?
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Agência classificada!


 
A Atelier de Imagem e Comunicação está na segunda fase de votação para o Prêmio Top Mega Brasil.
Primeiramente, obrigada pelos votos. E agora é hora de irmos além. Precisamos votar mais uma vez!
A Atelier concorre nas categorias Nacional e Sudeste.
Nesta fase de votação, há opções pré-estabelecidas. É só selecionar “Atelier de Imagem e Comunicação” nas duas categorias e “Ronaldo Tenório” na categoria Nacional.
Importante: é preciso selecionar todas as opções antes de confirmar o voto.
Quem ainda não está cadastrado precisa enviar mensagem para premio@maxpress.com.br, identificando-se profissionalmente. A inclusão será automática e na remessa seguinte o interessado receberá link para votação.
Vamos lá, de novo?
 

WhatsApp cria a ferramenta Business

Com o objetivo de atingir as demandas das empresas de pequeno porte, novo aplicativo possui ferramentas de mensuração de estatísticas de fluxo de mensagens, podendo substituir e-mail.

 
Em janeiro de 2018, o Whatsapp disponibilizou para os usuários brasileiros sua nova ferramenta: o WhatsApp Business. Disponível somente para smartphones Android, o aplicativo é focado nas empresas em que o fluxo de mensagens ocorre na maior parte do tempo no celular, o que ajuda na aproximação da instituição com o cliente e isola o particular do profissional. Foi criado com o intuito de trazer mais legitimidade à empresa, criando um sistema prático e leve de comunicação com, claro, mais segurança ao público consumidor. Continue reading “WhatsApp cria a ferramenta Business”

Folha de S. Paulo abandona conta no Facebook

Tradicional jornal paulistano não atualizará mais a sua conta na rede social de Zuckerberg
 
Nesta quinta-feira, 8 de fevereiro, o jornal Folha de S. Paulo anunciou que não publicará mais em sua conta no Facebook. A decisão faz parte do novo plano editorial do tradicional periódico, divulgado no último ano e reforçada após Mark Zuckerberg divulgar mudanças no algoritmo da rede, que dará mais visibilidade aos conteúdos de interação pessoal, diminuindo o número de pessoas alcançadas pelas postagens realizadas por empresas, marcas, órgãos ou instituições.
 
Segundo a Folha, as mudanças no algoritmo reforça a tendência do usuário permanecer em bolhas de opiniões e convicções, desfavorecendo o diálogo e aumentando a propagação das “fake news”. Desta maneira, não existe garantia de que o leitor ou o receptor de determinado link de notícias terá acesso a uma posição diferente ou questionadora sobre o assunto. Esses problemas foram agravados nos últimos anos pela distribuição em massa de notícias falsas, como ocorreu na eleição presidencial dos EUA em 2016.
 
Para o jornal, existe um problema de identificação na rede social do que é conteúdo relativo a jornalismo profissional e o que não é, exponencializado pelo novo algoritmo. As redes sociais, que poderiam ser um ambiente de convívio e intercâmbio, estimulam a reiteração de convicções e opiniões. Neste sentido, o desejo da Folha de S. Paulo é enfatizar a sua condição de praça pública, em que se contrapõem os mais diversos pontos de vista e a variedade de diálogos sobre um determinado assunto.
 
Em janeiro, por exemplo, o volume de compartilhamentos, comentários e curtidas das 10 maiores páginas de jornais brasileiros no Facebook caiu 32%, em comparação como o mesmo mês de 2017. Com a queda no alcance das páginas, o Facebook perde espaço como fonte de acessos a sites de jornalismo. Atualmente, a Folha de S. Paulo possui 5,95 milhões de seguidores, é o maior jornal brasileiro na rede social.
 
No passado, a rede utilizou a estratégia de cooptar as empresas de mídia por meio do Instant Articles, que é um maneira de os veículos transferirem gratuitamente o conteúdo para a rede social, mas sem direito de cobrar por ele. Em troca, ganharia a aceleração da página. Neste projeto, a única remuneração era sobre a veiculação de anúncios no Facebook, mas a Folha não aceitou as condições impostas pelo Instant Articles.

Facebook muda algoritmo: fanpages menos relevantes, interações entre pessoas ganham importância

A sua empresa tem uma fanpage no Facebook? Má notícia para ela: Mark Zuckerberg anunciou em seu perfil, em 11 de janeiro, que nos próximos meses o algoritmo da rede social vai priorizar os posts de amigos e familiares em detrimento às publicações feitas por páginas.
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Um 2018 inesquecível


 
Caso fizéssemos uma retrospectiva de 2017 poderíamos lembrar, facilmente, de grandes momentos e acontecimentos do ano. Dos meses que se foram, já sabíamos sobre os desafios e a atual crise econômica brasileira exigiu de cada um de nós o esforço, trabalho e inspiração necessários para alcançar os melhores resultados em comunicação.
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A comunicação pensando primeiro

Empresas e instituições precisam estar preparadas para lidar com crises
Qualquer acontecimento fora da linha de atuação e interesse de alguma organização ou órgão, que abale financeiramente ou prejudique a imagem, é considerado crise. A repercussão negativa atrelado à marca é um problema para a empresa pois, para se reerguer financeiramente, é preciso que a notoriedade e a credibilidade estejam restabelecidas.
Na Atelier de Imagem e Comunicação, o trabalho de gestão de crise começa antes mesmo dela chegar.
Mas antes de pensar em crise…
Toda empresa precisa ser estruturada. Isso envolve o planejamento a curto, médio e longo prazo, sejam eles estratégicos, táticos ou operacionais.
Nos seus planejamentos estratégicos, as empresas precisam definir o que querem ser em 10 anos, quais focos, qual público atingir, abrir filiais. É necessário analisar, como a situação econômica por exemplo, mas o importante é focar no nome da empresa: quem é, o que faz, aonde quer chegar e o que considera importante. É preciso estabelecer metas e objetivos. Uma análise SWOT seria útil, pois com ela você coloca no papel fatores internos e externos da empresa: forças (strengths), fraquezas (weaknesses), oportunidades (oportunities) e ameaças (threats).
No planejamento tático podem ser definidas as tarefas que cada setor da empresa deve ter e o que fazer para atingir os objetivos propostos.  Nesta etapa, a assessoria de imprensa, marketing, publicidade e propaganda, setor financeiro e todas as equipes ligadas à produção passam a fazer parte do plano de ação da organização.
No operacional, são definidas todas as pessoas, cargos, funções nesse cargo e recursos financeiros. Com todas as metas estabelecidas, as chances de enfrentar uma crise são reduzidas.

Mesmo assim, aconteceu. E agora?
É hora de elaborar um comitê de crise, rever os planejamentos e elaborar um manual onde diversas ações serão preestabelecidas. Existem duas maneiras: o preventivo e o reativo.
O preventivo é quando o plano de gestão de crise já foi estabelecido antes mesmo dela chegar. Por meio de um comitê que inclui a assessoria de imprensa,  mapeiam-se todos os riscos com riqueza de detalhe. Um grupo de pessoas, com nome, cargo e telefone, é definido e tem função fixa durante uma crise. Este é o momento em que a assessoria de comunicação precisa pensar primeiro.
O reativo ocorre quando a empresa não possui um plano de gestão de crise. Assim, é necessário tomar medidas em um curto espaço de tempo com o objetivo de minimizar o problema da maneira mais rápida possível. Neste caso, é imprescindível que um porta-voz da empresa, treinado, esteja disponível para falar com a imprensa.

Conheça o Media Training
O media training é um treinamento para os porta-vozes de empresas para aprender a se comunicar melhor com os veículos de comunicação. Na Atelier de Imagem, é mediado pelo jornalista Francisco Viana pelo seu programa “De cara com a mídia”.
A importância de aprender os macetes da mídia é enorme: com pequenas dicas, a mensagem é passada de forma clara e objetiva, evitando equívocos que podem ser causados por vícios de linguagem, gaguejos ou má postura em frente à câmeras por exemplo.
Em uma crise, é necessário que a presença do líder seja sólida e o diálogo preciso, pois quanto menor for as falhas, melhor contribuição terá para a volta da imagem positiva da empresa. Para conhecer um pouco mais sobre gestão de crise da Atelier, clique aqui.

A produção e edição de vídeos

Abordagens na produção e edição de vídeos
Quando assistimos a um filme no cinema ou a uma propaganda passando na televisão, não sabemos ao certo o processo que há por trás do produto final.  As pessoas até imaginam que não é só de gravação que a produção de qualquer material audiovisual vive. Mas o que é preciso?
Solução Atelier: Produção de Áudio e Vídeo
Há muitos profissionais envolvidos e as etapas de produção de um vídeo precisam de um planejamento. Pensando assim, pode até parecer simples, mas não é como uma receita de bolo. Para cada caso, para cada vídeo, é necessário uma linha editorial diferente. Hoje, a Atelier de Imagem e Comunicação abordará sobre a propaganda, documentário, vídeos institucionais e como eles conseguem atingir seus objetivos.
 
Qual a diferença entre Propaganda e vídeo Institucional?
A propaganda tem a finalidade de vender uma marca, produto ou serviço. A estratégia é voltada para atrair o público consumidor desse produto com intuito de gerar retorno financeiro. Uma propaganda precisa ter um diferencial, algo que realmente convença o telespectador. Segundo o “guru” do marketing Philip Kotler, que também é professor universitário e reconhecido como um renomado teórico estrategista de prática de mercado, uma pessoa normalmente recebe 1600 impactos comerciais por dia, mas apenas 80 são percebidos e somente 12 provocam algum tipo de reação.

Portanto, a propaganda precisa sempre ter algo que fuja dos padrões para impactar o telespectador. Exemplo disso é uma ação recente da marca Lipton. Para divulgar seus novos chás, a empresa montou o maior jardim suspenso de São Paulo no Largo da Batata entre os dias 5 e 8 de Outubro deste ano. Quem estivesse passando por aquela região poderia tomar um chá a 30 metros de altura! A matéria pode ser acessada pelo link https://goo.gl/i7Ghn5
Já o vídeo institucional é uma peça de comunicação em formato de vídeo com intuito de divulgar uma empresa, ação ou marca. É feito pensando na valorização da imagem da instituição reforçando, assim, sua identidade. Segundo a consultoria americana Forrester, um minuto de vídeo equivale a 1.8 milhões de palavras! Significa que pode causar um impacto maior, atraindo mais clientes e fidelizando quem já faz parte da história da empresa. Pode ser utilizado para ser exibido em eventos, sites, instituições ou divulgado de forma interna para clientes e colaboradores.
Sendo assim, o vídeo institucional deve, em um curto espaço de tempo, abranger a empresa e seus principais produtos ofertados, funcionários, clientes, parceiros, público interno e público externo que pretendem atingir. Ele ajuda a interferir sobre o que o público pensa em relação à instituição, sendo menos direto que a propaganda, mas causando mais efeito quando se trata de promover uma empresa.
A montagem de qualquer vídeo exige um processo de junção semiótica, ou seja, o texto, desde o começo, deve casar com as imagens que serão produzidas, com a escala de planos e sequências de montagem das filmagens. Tanto para o documentário quanto para a publicidade, o roteiro é montado seguindo a mesma linha: o personagem ou objeto principal.
Em um documentário é necessário pensar, além do foco, qual a sensação que será passada. Em “O Brado Retumbante”, por exemplo, o resgate histórico feito pela Atelier de Imagem e Comunicação foi estruturado com uma série de entrevistas dando um ar leve mesmo se tratando de um assunto conturbado e sério: o processo de redemocratização do Brasil na ditadura.

 
A produção 
A produção exige muita organização. E para que tanto o documentário quanto a publicidade atinjam seus objetivos, a escolha de ângulos, locais e planos de filmagens são fundamentais. Às vezes, para divulgar os seus diferenciais, uma empresa pode optar por fazer uma série dividida em episódios, como foi o caso da Volkswagen.
A marca de automóveis lançou em 2017 uma websérie para divulgar os avanços tecnológicos de seus novos modelos. Divididos em 6 episódios, o projeto editorial girou em torno de duas séries: Blackmirror e Mr. Robot. O “01.09” conta a história do especialista em segurança digital Mario, que passa por um teste, sendo marcado com a inscrição 01.09. E com a ajuda de dois amigos, desvenda diversos mistérios. As cenas foram gravadas propositalmente para mostrar os novos modelos lançados no mercado. Se você quiser conferir a série, está disponível pelo link: https://0109.vw.com.br/.

O surgimento do jornalismo no Brasil

Durante o Brasil colônia, a produção de jornais era proibida. Diferente das outras nações latino-americanas, o país entrou no século 19 sem tipografia, jornais ou universidades. Neste sentido, também sem formação de um público leitor.
No entanto, o uruguaio Hipólito José da Costa, após frequentar e concluir estudos acadêmicos de Filosofia e Direito em Portugal, foi nomeado Diretor da Imprensa Régia pela coroa. Em 1802, viajou para a Inglaterra a procura de máquinas de escrever e equipamento de impressão. Mas, ao retornar para a colônia, foi preso pela inquisição por difundir ideais maçônicos.
Em 1805, Hipólito foge da prisão e exila-se em Londres. Funda, em 1808, o Correio Brasiliense. A primeira edição somou 108 páginas e mesmo com a proibição decretada em terras portuguesas, circulou de forma clandestina, tanto em Portugal quanto no Brasil. Foram aproximadamente 175 edições, agrupadas em 29 volumes durante 14 anos e 7 meses, ininterruptamente, de 1 de junho de 1808 a 1 de dezembro de 1822.
Mesmo editado e impresso em Londres, o Correio Brasiliense é considerado o primeiro jornal brasileiro, por tratar diretamente de temas, informações, economia, artigos e notícias relacionadas ao Brasil da época. Entre outras características, o jornal obteve periodicidade de circulação e um vasto número de edições.
Saiba mais: A Imprensa em transformação

Atualmente, segundo o último censo realizado pela Associação Nacional de Jornal (ANJ), em 2013, existem 4.786 veículos de notícias em circulação no Brasil.  Mas, foi somente em 1821, que o país teve o seu primeiro veículo de imprensa fora do controle governamental, com a criação do jornal Diário do Rio de Janeiro.
Entre 1875 e 1891 foram fundados diversos jornais importantes, datam deste período o jornal O Estado de S. Paulo, Gazeta de Notícias, Jornal do Brasil, entre outros.
Leia também: O que é Media Training?

A partir de 1925, com a fundação da Folha de S. Paulo, O Globo e Estado de Minas, começou uma terceira etapa no surgimento de novos veículos e jornais. Assim como a primeira revista brasileira jornalística, que tratava de política em formatos utilizados até hoje, O Cruzeiro, criada na década de 30 com circulação até 1975.
Outra relevante revista teve colaboradores de renome, como Carlos Drummond de Andrade, Rubem Braga, Manuel Bandeira, Fernando Sabino e Nelson Rodrigues. Trata-se da revista Manchete, que deixou as bancas de jornais em 2000. Outras grandes revistas, criadas neste período, continuam em circulação até hoje, como a Veja e a IstoÉ.
Assessoria de imprensa
Diferenças entre mídia e imprensa: As palavras mídia e imprensa, muitas vezes, são usadas como sinônimos. Mas, existem diferenças. A imprensa, por exemplo, é uma coletiva dos veículos de comunicação que atuam, principalmente, no jornalismo. Já mídia é um termo usado para definir os meios de comunicação, os canais de notícias.
Hipólito José da Costa: Hipólito José da Costa Pereira Furtado de Mendonça, jornalista nasceu na Colônia do Sacramento, Uruguai, em 13 de agosto de 1774, e faleceu em Londres, Inglaterra, em 11 de setembro de 1823.
Patrono da cadeira n 17 da Academia Brasileira de Letras (ABL), por escolha do fundador Sílvio Romero. Além de ser o único redator do Correio Brasiliense, foi autor das seguintes obras:
-Diário de minha viagem para Filadélfia (1798, publicado em 1955);
-Narrativa da perseguição, Londres (1811, 2 vols; publicado no Brasil em 1974, pela Associação Rio-Grandense de Imprensa e UFRGS);
-Cartas sobre a franco-maçonaria, Amsterdã, 1863.
Fale com a equipe da Atelier de Imagem e Comunicação.

O que é Media Training?

Com intenção de atrair a atenção dos veículos de comunicação, empresas aderem ao media training para aumentar a capacidade de se relacionar com os jornalistas
O Media Training, cujo termo significa treinamento de mídia, é uma técnica de como se relacionar com a imprensa, desenvolver posicionamento e como proposta inicial, reduzir conflitos. Serve para diminuir o nervosismo na hora de uma coletiva, inauguração de algum projeto de cunho midiático, se posicionar referente a câmeras e adquirir técnicas de entrevista, por exemplo.
No Brasil, a prática do Media training poderia reduzir consideravelmente o volume das crises que ocupam os jornais por falta de comunicação adequada, pois no processo de aprendizado, o porta-voz é submetido a cultura da mídia, ou seja, o dia a dia da imprensa e suas alterações no mercado. É um trabalho constante e um desafio permanente.
E por mais que o termo seja relativamente novo, essa prática surgiu com os sofistas na Antiga Grécia que, de cidade em cidade, ensinavam a população a viver em harmonia entre elas e com a natureza. Os romanos, ao enviar seus senadores para aprender a arte na oratória na Grécia, eram submetidos a falar para o mar e para a natureza. O objetivo? Transmitir credibilidade, atrair atenção, virar as costas aos improvisos e falar de memória, sem precisar recorrer às anotações.
 
O que é Media Training?
 
No Renascimento, quando surgiram os grandes movimentos populares na Europa, voltou-se a estudar retórica nas universidades. A fala profunda e respeitosa passou a ser sinônimo de estabilidade política. Nos tempos modernos, o direito autoral pertence aos americanos. E data do pós II Guerra Mundial no primeiro momento da atual globalização, era necessário aproximar-se de novas culturas e desvendar seus hieróglifos. Em síntese: partilhar conhecimentos. E o que é partilhar conhecimento senão transmitir confiança, falar com clareza e entender que ofensa não é argumento? Mas que fatos são argumentos? O Media Training nesse novo contexto se universalizou, ganhou nova dinâmica, significados e aproximou os homens.
 
O Brasil valoriza Media Training?
 
No Brasil, o Media Training é uma prática que vem ganhando força e enfrentou diferentes etapas: no passado, entre as décadas de 1970 e 1980, contribuiu para abrir as organizações privadas ao diálogo com a sociedade por meio dos veículos de comunicação. Havia interesse em se descobrir o mundo da mídia e como o reconhecimento por parte dela muda o mercado. Isso, de fato, acontece.
 
Media Training
 
Foi uma autêntica cruzada: organizar, participar e aprender no Media Training antigamente era uma festa. Um evento significativo. Levavam-se às vezes dois dias treinando e havia outras formas de treinamento, como o continuado, podendo envolver organizações inteiras.
Hoje, o Media Training é mais enxuto e tende a ser mais objetivo. Mas o seu significado se ampliou com a democracia. Quem faz Media Training organiza melhor as entrevistas, fala melhor, se porta adequadamente em frente às câmeras e passa as informações com clareza. E não apenas com a mídia, mas com as pessoas que são o corpo e a alma das organizações públicas e privadas.