Produção de evento, assessoria de imprensa e criação de conteúdo para o site e redes sociais da EMBRAPII

DESAFIO
A EMBRAPII (Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial) participou, pela segunda vez, do principal evento de inovação da América Latina – o 8º Congresso Brasileiro de Inovação da Indústria –, realizado pela CNI (Confederação Nacional da Indústria) e pelo Serviço Brasileiro de Apoio às Micros e Pequenas Empresas (SEBRAE) nos dias 10 e 11 de junho no São Paulo Expo – (Imigrantes), em São Paulo.
 
Na primeira participação da EMBRAPII no Congresso, em 2017, a instituição não tinha projetos finalizados. Mesmo assim, uma solução em Realidade Virtual sobre o Flat Fish, um dos seus mais famosos projetos, além do modelo EMBRAPII de Inovação, foi apresentada aos visitantes. Agora, em 2019, com mais de 700 projetos, finalizados ou em desenvolvimento e 159 pedidos de propriedade intelectual e patentes, a ideia foi apresentar projetos finalizados nas mais diversas áreas de atuação em Competências Tecnológicas – Saúde, Agricultura, Cosméticos, Manufatura Avançada e Indústria 4.0, Soluções Embarcadas, etc.   A EMBRAPII teve um lugar de destaque na área destinada aos Parceiros da Inovação, com um estande de 20m². A diretoria da EMBRAPII selecionou alguns projetos e 11 deles foram expostos no Congresso.
 
SOLUÇÃO
A Atelier de Imagem e Comunicação começou os trabalhos deste projeto em janeiro, quando foi realizada a primeira reunião entre CNI, Capacitá (empresa responsável pela realização do evento), Atelier e EMBRAPII (por vídeo conferência), na sede da Atelier, em São Paulo. Desde então, a agência tomou a frente no contato diário com os organizadores do evento, com o arquiteto do evento, com as Unidades EMBRAPII e com as empresas parceiras, além de contatar e levantar orçamento com diversos fornecedores. Todos os passos, atividades e tomadas de decisão foram reportadas à coordenação e à direção da entidade.
 
Os projetos possuem tamanho e necessidades diferentes e, portanto, a Atelier sugeriu ao arquiteto montar totens com tamanhos e alturas variadas, para comportar individualmente cada um deles. A proposta foi deixar o estande mais leve, com ideia de movimento, para que os visitantes pudessem caminhar entre os projetos para conhecê-los e conversar com os responsáveis sobre cada um deles.  Os projetos foram ainda identificados com placas com o Nome do Projeto, a Unidade EMBRAPII envolvida e empresa parceira.
 

 
A Atelier sugeriu ainda que uma comunicação visual fosse feita na parede interna do estande. Foram criados dois painéis diferentes, com o logo da EMBRAPII e Áreas de Competência em um deles e a frase “Inovação para o Brasil do Futuro” e os logos do Governo Federal no outro. Uma TV no centro do estande rodava vídeos institucionais e de depoimentos de forma randômica.
 
Além disso, para chamar a atenção para os projetos que foram expostos no estande e, também, para falar sobre a EMBRAPII, houve divulgação maciça na imprensa e alguns produtos gráficos foram criados para serem postados nas redes sociais e site da instituição. Fotógrafo e videorrepórter produziram diversos materiais (mais de 500 fotos) e 21 vídeos foram publicados nas redes sociais da EMBRAPII.
 
O objetivo do trabalho da comunicação foi o de divulgar a imagem da EMBRAPII como uma organização que estimula o setor industrial a inovar mais e com maior competência tecnológica e apresentar exemplos de resultados, por meio de 11 projetos expostos em seu estande.
 
Foram realizadas reuniões prévias envolvendo profissionais da assessoria de imprensa e redes sociais com representantes da EMBRAPII para elaboração e alinhamento de planejamento estratégico. Na assessoria de imprensa, o trabalho de divulgação se iniciou na segunda quinzena de maio com a apuração de informações em todas as unidades e empresas participantes do Congresso.
 
Para a imprensa, ao todo, foram produzidos 16 releases, sendo 11 de projetos (um para cada exposto), um geral do evento e quatro regionais, com foco nos estados das unidades e empresas participantes. Além disso, foi feito um mapeamento com os principais veículos que cobrem inovação, tecnologia e negócios, construído um mailing qualificado e toda a interlocução com os jornalistas que atuam em redações. 
 
Nos dois dias de evento, a equipe de assessoria de imprensa realizou atendimento in loco junto aos repórteres presentes, antecipadamente convidados a visitarem o estande da EMBRAPII, como Márcio Gomes, da TV Globo, Priscila Yazbek, da Globo News, Thais Moura, do Correio Braziliense, Marcela Terra, da TV Cultura, Cleide Silva, do jornal O Estado de São Paulo, Renata Victal, da Revista Isto é Dinheiro, Estela Maris Benetti, do Diário Catarinense, Paula Carvalho de Lima, de O Povo (CE), Igor Duarte, da Rede TV, Dimas Soldi, da TV Brasil, dentre outros. 
 
Já nas redes sociais, foram produzidos 101 posts – entre vídeos, fotos e peças gráficas – distribuídos nas quatro redes sociais (Facebook, Instagram, LinkedIn e Twitter). 
 
É importante destacar que uma equipe de seis profissionais da Atelier esteve dedicada ao Congresso de Inovação, com o acompanhamento de montagem, os dois dias do evento e a desmontagem de tudo. A diretora da agência participou ativamente de todo processo. 
 
RESULTADOS
Cliente, empresas e Unidades EMBRAPII conseguiram um resultado muito positivo neste Congresso. Muitos contatos foram feitos e diversas reuniões agendadas. 
 
O resultado de imprensa pode ser constatado em diversos veículos de comunicação que destacaram os projetos inovadores expostos pela EMBRAPII em seu estande. Ao todo, foram 78 matérias na Imprensa nacional, desde o início dos trabalhos relacionados ao Congresso, em 17 de maio, até 19 de junho, todas avaliadas como positivas para a imagem da EMBRAPII. No período, foram mais de duas matérias por dia, em média, sendo 3 em jornais impressos, 5 em emissoras de TV, 1 em revista impressa e 67 em portais de notícias. 
 
O jornal O Estado de São Paulo foi um dos que abordou a participação da EMBRAPII no Congresso e destacou os projetos expostos, assim como a Revista Isto é Dinheiro que dedicou duas páginas sobre o assunto. TV Cultura, Rede TV e TV Brasil também foram destaques no clipping de notícias, pois escolheram os projetos EMBRAPII que mais se adequavam para suas matérias e abordaram o assunto de forma positiva. O Jornal Nacional, da TV Globo, utilizou em sua reportagem uma das tecnologias exposta no estande como exemplo de iniciativa inovadora. 
 
Após o evento, a assessoria de imprensa seguiu os trabalhos no monitoramento aos veículos de comunicação em diferentes mídias, regiões e abrangência no intuito de mensurar resultados e construir o clipping de notícias. 
 
Já os resultados das redes sociais alcançaram mais de 142 mil pessoas e os posts tiveram cerca de 4 mil curtidas e 540 compartilhamentos no total.

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Desconfiança e privacidade levam usuários de redes sociais a buscarem novas plataformas

No ano passado, o mundo das redes sociais foi abalado por diversos escândalos. O Facebook, com seus mais de 2.2 bilhões de usurários ativos por mês, foi uma das redes que mais esteve na mira desses ataques, com acontecimentos que prejudicaram o filho querido de Mark Zuckerberg.

O primeiro, e maior deles, foi o compartilhamento dos dados pessoais de cerca de 87 milhões de usuários da plataforma em 2018. Isso foi possível devido a permissões concedidas pelos próprios adeptos da rede ao participarem de um quiz criado por Aleksander Kogan, professor da Universidade de Cambridge. Os dados coletados por Kogan foram fornecidos à empresa inglesa Cambridge Analytica, que atua com análise de dados e comunicação estratégica para processos eleitorais. O problema, segundo o próprio Zuckerberg, foi a violação das políticas e regras da plataforma, ao fazer a coleta e repassá-la para terceiros, sem deixar claro a finalidade do material. O caso se tornou tão sério que levou o dono do Facebook a prestar contas no Senado americano, em um depoimento histórico que durou cerca de cinco horas.
 
Outro tumulto protagonizado pela rede foi a atuação de hackers por meio de uma brecha de segurança no sistema, também em 2018. Mais de 50 milhões de contas foram invadidas e, entre elas, perfis que possuíam cadastros de cartões de crédito e informações financeiras. A repercussão foi tão negativa que diversos usuários deletaram suas contas e saíram da plataforma social.
 
A mais recente brincadeira que levantou suspeitas foi o “Desafio dos 10 anos”, em que os participantes deveriam publicar fotos próprias de 2009 e 2019 usando a hashtag #10yearchallenge para mostrar as mudanças físicas neste intervalo de tempo. Com a rápida repercussão, alguns especialistas começaram a duvidar da proposta do desafio, que poderia ser uma forma de “ensinar” algoritmos usados em sistemas de reconhecimento facial.
 
Por conta dessa corrente de escândalos, o Facebook sofreu uma grande desvalorização no mercado, perdendo mais de 400 bilhões de reais em ações em um dia. Com essa grande desconfiança e a necessidade de privacidade, seus usuários acabaram por procurar novas plataformas para suprir suas necessidades de interação online. Essa foi a chance de outras redes ganharem adeptos e crescerem nos seus negócios.

 
A ascensão do Instagram: plataforma jovem e aparentemente mais segura
Nesse processo, o escolhido pela maioria desses usuários foi o Instagram, que alcançou o marco de 1 bilhão de usuários ativos em junho de 2018. Ainda que a migração não seja a solução para salvar os dados, uma vez que o Facebook adquiriu a empresa em 2012, a percepção do usuário é de uma rede mais segura.
 
O Instagram possui ferramentas que podem garantir as necessidades de privacidade e interação que o público anseia. A verificação de segurança em dois fatores, amplia a segurança da conta, informando por SMS ou e-mail um código para efetuar o login na rede. Além disso, algumas funcionalidades trazem a sensação de intimidade entre os usuários, como a integração com outros aplicativos como o Spotify, que permite compartilhar a música que o usuário está ouvindo e o Instagram Stories, implementado à rede após perceberem o sucesso do Snapchat. A divulgação de fotos e pequenos vídeos, geralmente produzidos e editados com GIFs, filtros, enquetes, e que duram 24 horas, deixam os usuários com a falsa impressão de segurança, ficando menos inibidos e gerando proximidade com quem está do outro lado da tela.
 
Mas não é apenas pela segurança que o Instagram se tornou popular. Segundo dados levantados pelo Statista, empresa alemã especializada em estatísticas, chega a 5% o crescimento trimestral de usuários ativos que, em sua maioria, é de jovens entre 19 e 29 anos. Outro estudo sobre marcas e comportamento do consumo dos adolescentes, o Taking Stock With Teens, afirma que esses jovens são atraídos porque a rede social é dinâmica, atual e, principalmente, ausente de pais, mostrando a essência dos millennials, jovens criados com a presença de fotografias e vídeos digitais.
 
Produtores de conteúdo de olho nessas mudanças
Se esses jovens migram em busca de mais privacidade ou conteúdos diferenciados, como fidelizar esses usuários e gerar ainda mais interesse? O IGTV, por exemplo, que possibilita a publicação de vídeos com duração de até 60 minutos, foi uma aposta do Instagram para que marcas tenham mais engajamento com esse público sedento por novidades. O Postgrain, serviço online para gerenciamento de contas do Instagram aposta que, em 2019, a rede deve investir na monetização do IGTV, dando aos criadores de conteúdo a possibilidade de gerar lucros com os vídeos produzidos.
 
Alguns exemplos de empresas que se renovam no Instagram são os jornais britânico The Guardian e o nacional Diário de Pernambuco. Os perfis dos dois veículos atualizam seus seguidores de forma mais descontraída, usando manchetes nos stories para captar a atenção ou, até mesmo, divulgando vídeos das principais notícias.
 
No final do ano passado, a emissora SBT deu um grande passo em direção à internet ao  produzir um especial de natal especialmente para o Instagram com atrizes populares entre o público jovem. Uma delas foi a queridinha da emissora Maísa Silva. Além de atriz, modelo, dubladora, apresentadora e cantora, ela também já se denomina youtuber com seu canal pessoal com mais de 5 milhões de inscritos. A websérie #CiladasDeNatal, veiculada pelo IGTV, levou para a tela do celular situações vividas pelos adolescentes durante as reuniões de família no fim de ano e se tornou pioneira na produção de um conteúdo exclusivo para a rede.
 
As pessoas anseiam por interações no mundo digital. Mas, agora, é preciso que essas plataformas entendam seu público e saibam que estão cada vez mais exigentes. Segurança, privacidade e bons conteúdos têm sido a maior demanda deles e, a qualquer vacilo, não se intimidam em exigir mudanças e explicações.
O Facebook, apesar das ocorrências, adotou medidas importantes e urgentes para rever suas políticas e ainda continua sendo a rede mais relevante para trabalhar determinado projetos de empresas e marcas. É a rede social precursora que abriu espaço para que outras plataformas entrassem no mercado, colaborando para ampliar, ainda mais, conteúdos relevantes e bem construídos.
Agora, só resta que essas grandes redes sociais reconquistem a confiança de seus usuários e, assim, continuem conectando pessoas ao redor do mundo.

Recicla Sampa: cliente Atelier em assessoria de imprensa e produção de conteúdo

No mês de fevereiro, em São Paulo, foi lançado o Movimento Colaborativo Recicla Sampa, que tem como objetivo conscientizar os paulistanos a separarem o lixo domiciliar de duas formas: comum e reciclável. Baseado em uma plataforma online, o site Recicla Sampa fornece vídeos, tutoriais, jogos, materiais para impressão, reportagens, notícias e entrevistas, com o intuito de orientar os cidadãos de que é preciso aumentar a quantidade de materiais reaproveitáveis e diminuir o volume dos resíduos enviados aos aterros sanitários da capital paulista.

Resultado da parceria entre a Loga e a EcoUrbis, concessionárias de limpeza urbana de São Paulo, o Movimento conta com o apoio institucional da Autoridade Municipal de Limpeza Urbana (Amlurb), responsável pela regulação dos contratos de limpeza. O projeto atende a meta 24, do Plano de Metas da Prefeitura de São Paulo para 2020, que determina a redução, em quatro anos, de 500 mil toneladas de resíduos enviados aos aterros municipais.
 
A Atelier de Imagem e Comunicação atuou ativamente no projeto, sendo responsável pela assessoria de imprensa e pela produção de conteúdo da plataforma do Movimento. Como estratégia, foram mapeados diversos jornalistas, especialistas e entidades com conhecimento na área de sustentabilidade e meio ambiente, trazendo interesse e a atenção do público alvo da campanha.
 
Esta segmentação gerou, em apenas 22 dias, uma média de três matérias por dia antes do lançamento da plataforma. No total, foram 64 matérias na imprensa, incluindo mídias de grande alcance, como o jornal Folha de S. Paulo, a Rede Globo de televisão e a rádio CBN, que abordaram o assunto com destaque em seus principais noticiários.
 
A assessoria de imprensa se torna cada vez mais importante nos dias de hoje, já que as marcas precisam estar em evidência, brilhando os olhos do público. O assessor sabe disso e levanta os aspectos mais positivos do seu negócio, investe no seu potencial de inovação e suas vantagens frente aos seus concorrentes, transforma isso em um material de fácil entendimento e entra em contato com a mídia.
 
É a partir desse trabalho que a equipe discute os melhores formatos e as melhores abordagens para divulgar a pauta e propor matérias as equipes de redação, oferecendo diversas possibilidades, como pesquisa de personagens e porta-vozes e cuidando para que sua marca, empresa ou instituição seja tema principal do conteúdo a ser divulgado.
 
Estratégias utilizadas como a do Movimento Recicla Sampa realizada pela Atelier de Imagem e Comunicação podem ser o ponto chave para o seu negócio ganhar notoriedade e alcançar novos patamares.

Jornalismo Cultural: entender o tema para dar visibilidade às diversas expressões artísticas

Em 1711, foi publicado, pela primeira vez, o jornal inglês The Spectator que, com seus assuntos variados, foi considerado pelo jornalista e escritor brasileiro Daniel Piza, o marco inicial do jornalismo cultural no mundo. A publicação pretendia se dedicar à avaliação de ideias, valores e artes, sendo fruto de mudanças econômicas e sociais pelas quais a Europa passava no período. Seus textos falavam sobre livros, óperas, costumes, festivais de música, teatro e até mesmo política, sendo críticas às artes a primeira prática a se evidenciar no jornalismo de cultura.

Pela complexidade de conceituar o termo, o trabalho delicado dos profissionais que começaram a se dedicar à área, era de avaliar e traduzir as expressões culturais de forma simples para o público, gerando interesse ao mesmo tempo em que se mantia o contexto de criação das obras artísticas. Foi a partir desse momento que o jornalismo cultural começou a se firmar nos veículos de mídia tradicional, divulgando toda forma de cultura e suas diferentes manifestações.
 
No Brasil, essa vertente teve início em 1808, nas sessões exclusivas sobre artes e literatura do primeiro jornal brasileiro, o Correio Braziliense, que esteve em veiculação durante quase 15 anos. Com o término do jornal, a área cultural só foi explorada com profundidade novamente a partir de 1870, no momento do qual os jornais brasileiros davam destaque à literatura, com postagens de folhetins. Um dos maiores exemplos é a série de crônicas “Bons Dias” de autoria de Machado de Assis, no jornal A Gazeta.
 

O jornalismo cultural na atualidade

Hoje, o jornalismo cultural é uma construção que carrega muito senso crítico, abrangendo toda a pluralidade que o tema oferece. O crescente interesse fez com que o tema entrasse na grade curricular das universidades, além da possibilidade de fazer cursos livres e, até mesmo, pós-graduações, com aulas focadas em entender mais a fundo o conceito de cultura para melhorar a qualidade das críticas.
 
Grandes jornais como Folha de São PauloEstadão, possuem, respectivamente, a Ilustrada e o Caderno 2, seções especializadas em cultura que divulgam e informam sobre programas e lançamentos na cidade de São Paulo. No entanto, em todo o país, não só jornais, como revistas, sites, blogs ou perfis nas redes sociais, exploram o tema de acordo com a demanda nacional e regional. É por conta desse movimento, que os artistas precisam saber se promover para ganhar destaque nessas páginas.
 
Contar com profissionais focados e experientes para ampliar as ações na área da cultura, é de extrema importância. Um bom trabalho de assessoria de imprensa, com uma equipe que entenda a editoria e possua um bom relacionamento com jornalistas é essencial para gerar pautas relevantes e oportunidades de ampliar a divulgação.
 
Recentemente nós, da Atelier de Imagem Comunicação, promovemos o lançamento do CD-livro São Paulo: paisagens sonoras (1830-1880), da pesquisadora, cantora, musicóloga e mezzo-soprano, Anna Maria Kieffer. Lançado pelo Selo Sesc, cliente Atelier, a equipe de comunicação da agência começou a planejar as ações estratégicas de imprensa, meses antes da data do lançamento. Depois de diversos encontros para entendimento da pauta e contato com jornalistas, os resultados vieram: durante o mês de janeiro de 2019, foram quase 30 inserções na mídia, incluindo revistas, rádios, jornais e portais eletrônicos. O lançamento foi destaque nas sessões de cultura em grandes jornais, como os impressos Folha de São Paulo e Valor Econômico, entrevistas com Anna Maria nos programas CBN Noite Total e CBN São Paulo, na rádio CBN, e no programa Metrópolis, na rádio Cultura. Com a ajuda da Atelier, o Selo Sesc conseguiu visibilidade de jornalistas especialistas na área, garantindo uma boa cobertura do novo CD-Livro.

Mais uma vez, essa é a constatação de que, com uma equipe bem preparada e um trabalho sério de comunicação – principalmente quando se trata de temas tão específicos como o jornalismo cultural –, garantem boa visibilidade não só nos melhores canais de mídia, como também para cumprir o principal objetivo dos clientes: atingir o público certo que irá consumir e dar ainda mais relevância – com qualidade – a sua marca, empresa ou produto.

Uma estratégia para as marcas chamada “CCXP”

A Comic Con Experience deixou de ser apenas um evento de entretenimento para se tornar um evento importante de negócios.
 
A CCXP 18 – Comic Con Experience 2018 aconteceu entre os dias 6 e 9 de dezembro, em São Paulo, e reuniu 262 mil visitantes de todo o país. Com mais de 100 marcas e 42 artistas internacionais para impressionar os fãs, tornou-se a maior feira de cultura pop do mundo. Junto com ela, as portas de um universo mágico se abriram: stands modernos, artistas famosos, cosplayers e produtos raros do universo nerd ficaram no holofote, transformando o evento em um paraíso de um público bem exigente e de todas as idades.
 
Se a programação rendeu diversas novidades a quem esperou o ano todo pelo evento, para as marcas essa é a grande oportunidade de se aproximar do seu público, entendendo suas necessidades, estreitando relacionamentos e descobrindo uma nova forma de se comunicar ou até mesmo de se reconectar com eles. Um exemplo disso foi o stand da Turma da Mônica, produzido pela Mauricio de Sousa Produções, que levou para o seu espaço de 270 m², alguns personagens de seis metros de altura impossíveis de não serem notados. Entre as atrações, o lançamento oficial do jogo eletrônico Mônica e a Guarda dos Coelhos, produzido pela brasileira Mad Mimic Interactive, foi a grande novidade da turminha que, com quase 60 anos de existência, retorna ao mundo dos games. Feito de fãs para fãs, a aventura multiplayer é uma ótima oportunidade de juntar os amigos e jogar com o seu personagem favorito dos gibis. Os participantes da CCXP puderam desbloquear o jogo durante o evento e jogar, pela primeira vez, com exclusividade.
 

 
Além disso, quem passou pelo stand, teve a oportunidade de vivenciar um clássico das histórias dos quadrinhos da Turma da Mônica: uma cabine forrada com pelúcias do Sansão, o coelhinho mais arremessado da história, estava disponível para que todos pudessem tirar fotos e postar em suas redes sociais.
 
Junto a essas experiências, não poderia ter faltado a presença ilustre do próprio Mauricio de Sousa, que distribuiu diversos autógrafos e sorrisos. Ele e toda a equipe da Mauricio de Sousa Produções, sabe da importância dessas ações para renovar sua comunicação com os mais diversos tipos de público.
 
Outro stand que apresentou novidades foi o do Grupo Globo, que utilizou a representação de uma plataforma de petróleo para divulgar a série Ilha de Ferro, uma produção brasileira que conta a vida de Dante (Cauã Reymond) na plataforma de petróleo e o conflito criado com a chegada da nova gerente Julia (Maria Casadevall), que pretende provar o seu valor ao trabalhar em um ambiente hostil. A nova série é um conteúdo exclusivo para a plataforma digital do grupo, a GloboPlay, que também anunciou a inclusão de 100 séries internacionais ao seu catálogo até o final de 2019, deixando para trás o modelo de apenas transmitir produções originais.
 
CCXP também é negócio!
 

 
O mercado de entretenimento e audiovisual só cresce. Sabendo dessa demanda por negócios, a CCXP criou o convite Unlock, que permitiu executivos, produtores e diretores terem acesso a painéis, bate-papos, entrevistas e outras regalias exclusivas para conhecerem as oportunidades de investimentos e empreendedorismo na área. As mesas de conversas contaram com nomes de peso como Google, Youtube, Cinemark e o atual Ministro da Cultura do Brasil, Sergio Sá Leitão. A credencial ainda permitia acesso ao happy hour de networking com profissionais da área, uma visita guiada pela montagem do evento e a apresentação da Geek Power 2018, pesquisa realizada para coletar e analisar o consumo dos amantes da cultura pop no Brasil.
 
Em tempos em que a internet bombardeia as pessoas com um alto volume de informações, saber se comunicar é a chave para criar e aprofundar o vínculo entre a marca e o público. As ações realizadas pela Maurício de Sousa Produções e pelo Grupo Globo, são alguns exemplos bem positivos: a Turma da Mônica que se torna jovem, vem buscar os filhos de seus fiéis fãs; já a plataforma GloboPlay, que mostrou em grande estilo que está em processo de transição, se espelha em grandes empresas como a Netflix, vivendo um novo momento de concorrência pelo serviço de streaming online. Além da nacional GloboPlay, a Amazon Prime, a Hulu e opções de canais televisivos como a HBO Go e o Telecine Play são formas de roubar a fatia do mercado praticamente monopolizado pela gigante no Brasil. E é dessa forma que a Comic Con Experience continua se provando como um grande evento, não só para a diversão, mas também como uma grande oportunidade de negócio.

Internet das Coisas: o mundo todo conectado. Estamos preparados?


 
Já vivemos a era dos objetos conectados. Relógios, computadores, smartphones e até objetivos domésticos já estão ligados à internet, permitindo resolver diversas coisas a um toque em dispositivos que cabem na palma da sua mão. Bem-vindos à Internet das Coisas.
 
O termo, conhecido originalmente em inglês como Internet of Things (IoT), foi mencionado ao mundo pela primeira vez em 1999 pelo executivo britânico Kevin Ashton, em uma palestra na Procter & Gamble (P&G). Com uma pesquisa iniciada em parceira com o Massachusstts Institute of Technology (MIT), Ashton analisava uma forma de rastrear os produtos da sua empresa para gerir melhor sua distribuição, criando a necessidade de conectar, de alguma forma, as embalagens à internet.
 
Ainda que anos antes já se discutia sobre um mundo inteiro conectado, foi a partir dessa data que as pesquisas evoluíram. Um estudo realizado pelo Banco Nacional de Desenvolvimento (BNDES) no final de 2017, prevê que, até o final de 2025 o impacto de IoT na economia global seja de 4 a 11 trilhões de dólares. No Brasil, a estimativa é de 50 a 200 bilhões de dólares de impacto econômico anual.
 
Para Eduardo Magrani, professor da Escola de Direito do Rio de Janeiro e pesquisador do Centro de Tecnologia e Sociedade (CTS), em matéria para o Portal FGV, o impacto a IoT vem sendo atrelado ao conceito, ainda em construção, de Quarta Revolução Industrial, caracterizada por uma Internet onipresente e móvel, por sensores e dispositivos que cada vez se tornam mais baratos e menores e pelo desenvolvimento da inteligência artificial.
 
“A IoT poderá alterar significativamente a maneira como vivemos. O futuro aponta, por exemplo, para pulseiras e palmilhas inteligentes que compartilham o quanto alguém andou a pé ou de bicicleta, ou dispositivos de saúde interconectados, que permitem um monitoramento mais constante e eficiente, além de uma interação mais eficaz entre paciente e médico.”
 
Saiba mais sobre a Internet das Coisas no vídeo abaixo do Tecmundo Explica:
 

Ainda segundo o relatório do BNDES, é na Indústria que o impacto da IoT virá mais rapidamente. O aumento da produtividade pode vir com a integração de pequenas e médias empresas, acelerando a implantação da Internet das Coisas para o desenvolvimento sustentável da sociedade brasileira, aumentando a competitividade da economia, fortalecendo as cadeias produtivas nacionais e promovendo a melhoria da qualidade de vida das pessoas.
 
Entendendo a importância desse investimento a Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial (EMBRAPII), cliente Atelier Imagem e Comunicação, em parceria com o BNDES e o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI), abriram um edital no início de novembro de 2018, para o investimento de até R$ 15 milhões no experimento da indústria na área de IoT. O dinheiro deverá ser aplicado na construção de ambientes de testes de soluções tecnológicas (testbeds), como laboratórios, na compra de equipamentos nacionais, importados e de softwares, na remuneração da equipe, entre outras despesas necessárias para realizar os projetos.
 
José Luis Gordon, diretor de planejamento e gestão da EMBRAPII, falou sobre a importância dos testbeds para experimentar diferentes necessidades e protocolos, já que cada empresa tem uma realidade distinta. Essas simulações já tiveram sucesso nos países com a indústria mais avançada e “é um marco importante para o setor empresarial. Não existe desenvolvimento de nenhum país sem uma indústria forte”, declarou.

A falta de leitura e as tentativas de combate das fake news

Você sabe o que são fake news? São notícias falsas que geram desinformação e se alastram como um rastro de pólvora na sociedade. Mas como isso acontece?
 

 
Segundo o Instituto Pró-Livro, os brasileiros leem apenas dois livros por ano. Essa média é considerada baixa em relação a outros países que, de acordo com a Agência do Senado, pode chegar até 15 livros lidos anualmente. Esse baixo hábito implica diretamente na falta de criação de senso crítico, uma das grandes ferramentas contra as fake news.
Outro ponto a ser ressaltado é que a falta dessa rotina de leitura impede até mesmo que a notícia seja inteiramente lida ou, ainda, que seja compreendida e interpretada. Uma pesquisa realizada pela Universidade Columbia e pelo Instituto Nacional Francês, aponta que cerca de 59% da população compartilha uma notícia após ler somente o primeiro parágrafo. Os produtores das fake news usam, portanto, essa brecha para, em conjunto com uma comunicação apelativa, criarem chamadas extremamente atrativas. Desta forma, o ambiente digital acaba se tornando um campo de guerra entre os conteúdos verídicos e maliciosos.
Como forma de tentar estancar a proliferação de informações mentirosas, várias entidades, entre elas o Google e o Facebook, criaram ferramentas para checar a veracidade do que se é compartilhado. Agora, é possível ver o contexto das notícias publicadas no Facebook ou até mesmo verificar se o resultado da sua busca no Google possui um selo das novas agências de checagem, atestando o conteúdo.
 

 
Criadas pela primeira vez em 2003, as agências de fact-cheking, ou de checagem, surgiram com a premissa de averiguar as informações passadas pelos candidatos na corrida eleitoral dos Estados Unidos. Agora, em 2018, são mais de 149 iniciativas no mundo com o objetivo de constatar a realidade dos fatos apresentados. Confira algumas agências de checagens brasileiras:
 Lupa é a primeira agência de notícias do Brasil a se especializar na técnica jornalística mundialmente conhecida como fact-checking.
Aos Fatos é mantido por uma equipe de profissionais multidisciplinares e multitarefas. Também integra o veículo uma rede de freelancers que compartilha com o time oficial da página a busca da verdade na política.
Estadão Verifica é um blog criado pelo próprio jornal para impedir a disseminação de notícias falsas no país.
Fato ou Fake é a iniciativa do portal Globo.com com o objetivo de apurar as informações que circulam nas redes sociais.
Ações estratégicas como essas são de grande importância para a diminuir a viralização das notícias falsas no âmbito digital. Porém, apesar da importância dessas ferramentas, infelizmente elas ainda não são 100% eficazes. A construção do hábito de leitura ainda deve ser prioridade: em casa, nas escolas, nas horas de lazer. É essencial estabelecer um senso crítico de pensamento e a disposição da leitura para tentar mudar este quadro.